Carl Gustav Jung

A Flor do Mistério

O arquétipo

"[...] o arquétipo representa o elemento autêntico do espiríto, mas de um espírito que não se deve identificar com o intelecto humano, e sim com o seu spiritus rector [espírito que o governa]. [...] O arquétipo e o instinto constituem os opostos da mais extrema polaridade, como é fácil de verificar, se compararmos um homem que está sob o domínio dos instintos com outro que é governado pelo espírito. [...] O homem se encontra ao mesmo tempo como um ser impelido interiormente a agir, mas capaz de pensar e refletir. Esta polaridade em si não tem significado moral, porque o instinto em si não é mau, como o espírito em sí não é necessariamente bom. Ambos podem ser uma coisa ou outra. [...] Os opostos verdadeiros nunca são incomensuráveis, porque, se o fossem nunca poderiam unir-se. Apesar de sua polaridade, eles mostram uma tendência permanente a se unirem, e Nicolau de Cusa definiu o próprio Deus como uma complexio oppositorum [união dos opostos].” Carl Jung OC VIII/2 §406

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