Cine Jung: Amor e Inocência

Primeira Análise Junguiana do filme Amor e Inocência.

Amor e Inocência

O filme demonstra como, do encontro amoroso, pode acontecer o amadurecimento psíquico de cada pessoa do par.

A vivência na paridade do amor proporciona o encontro consigo mesmo, pela vivência com o outro.

O inconsciente de cada um confronta os seus conscientes. Ambos rumavam para um estado de diferenciação; as diferenças, que tinham dentro de si mesmos, o animus e a anima, contrapartes sexuais, feminina e masculina, respectivamente, como que sementes, estavam prontas para germinarem, crescerem e complementarem as partes, que faltavam às suas consciências. Eles não podiam determinar os limites da personalidade, que se desenvolvia aos poucos, quer dizer, a sua individualidade no sentido mais alto do termo.

Assim, o encontro amoroso, pode ser o desencadeador de um amplo processo de desenvolvimento individual e da própria relação.

O filme, então, exemplifica aquilo que Jung chamou de Processo de Individuação, que emana do Self individual. Tal caminho leva cada um a patamares mais amplos e superiores, ao eu inicial e, portanto, ao processo.

Esta é a busca da alma. É um exemplo a todos os que se empenham com o seu próprio desenvolvimento psicológico.

Idalina A de Souza

Psicóloga Clínica – CRP: 6/65192

Analista Junguiana, membro da Associação Junguiana do Brasil – AJBI

Membro da International Association of Analytical Psychology – IAAP/Zurique

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